Tuesday, January 27, 2009

LA MEGLIO GIOVENTÚ


Parecia-me que este blog tinha chegado ao fim, eis senão quando me lembrei do motivo pelo qual foi iniciado...

Regressa à minha essência, a minha liberdade. E a minha força é a criatividade e a sua expressão.

Relembro-me que a ponte com os outros, existe onde há sintonia e empatia que perdura naturalmente no tempo , assim criando um sentido de ligação e comunidade.

Abre essas portas do tempo, para que possamos construir um espaço juntos, tu amigo, que estás só do outro lado da ponte.
Construir algo que não é igual a nada que conheças, algo que por muito diferente que pareça pode ser estável, com coragem de descobrir o que é, sem estratégias, nem objectivos, mas fiel aos sentimentos, abrindo os segredos, partilhando as dificuldades, assumindo o medo do fogo, da água, do ar, da terra, da vida e da afirmação da falta e da existência de emoções e convicções.

Aprofundo as minhas opções,

Com a certeza da Terra que piso,

Respirando pausadamente o Ar que me rodeia,

Ateando o Fogo necessário,

Rumando numa nova luz,

Que ilumina as minhas vontades e pensamentos,

Que me enche do Amor que preciso trazer e partilhar na minha vida!

Encontro a minha paz num sorriso da minha mãe, nos amigos que me fazem visitas inesperadas, numa amiga que me convida para a primeira fila de Speranza Spalding, no pão amassado pelas minhas mãos, neste texto que escrevo, numa criança que me chama Pai Natal, nos gatos que prazenteiramente apanham Sol no capot do meu carro, na árvore que planto com o esforço do meu corpo, na partilha do que sei, na afirmação do meu poder criativo e inspirador, nas conversas e laços que aprofundo sem medo, antes com muita vontade de me tornar inteira, e ser em simultaneo, e contigo, corpo, mente, espírito e natureza.

LA MEGLIO GIOVENTÚ é um filme de Marco Tulio Giordana conta a vida de uma família e as suas 3 gerações atravessando momentos marcantes da história de Itália do século XX. Para mim tem uma grande mensagem sobre o saber amar e é por isso que esta mensagem tomou o seu nome.



ENGLISH VERSION bellow


For a while it seemed this blog was finished, but a click tought remind me of the reason why it was created...

To my essence, returns my freedom. And my strength is my creativity and its expression.

Reminding me of the existing bridge with the others, when empathy lasts naturally over time creating a sense of connection and community.

Open those Time Doors, so that we can built a space together, my friend, you the one standing alone on the other side of the bridge.

To built something that it’s not similar to anything you know, something that even though it looks amazingly different, it can be stable. Putting the courage to discover what it is ,without strategies, our goals, by being faithful to feelings, opening the secrets, sharing the difficulties, assuming the fear of fire, of water, air, soil, life and assuming both lack and existence of emotions and convictions.

I’m deepening my OPTIONS,

By being certain of the LAND I step,

Breathing slowly the AIR that surrounds me,

Setting the needed FIRE,

Walking on a new LIGHT,

That clears my will and thoughts,

And fills me in with the LOVE I need to bring and share in my life!

I find my inner peace on my mother’s smile, on unexpected visits of my friends, on a friend that invites me for the first row at SPeranza Spalding’s concert, on the bread I make with my own hands, on this text I’m writing, on a child that calls me Santa Claus in late January, on the cats pleasantly taking Sun on my car’s capot, on the tree that I plant with my body’s energy, sharing what I know, affirming my creative and inspiring power, on the talks and ties deepened without fear, but much more with the will of becoming complete and being simultaneously with you, body, mind, spirit and nature.

LA MEGLIO GIOVENTÚ is an Italian movie by Marco Tulio Giordana, that tells the story of a family and its 3 generations throughout important events of the History of Italy in the last century. For me it has a great massage about learning how to love and that’s why this post has its title.

Thursday, December 18, 2008

More 365 days of happiness



Ao sábio e simpático pai de barbas brancas e fofas, com um sorriso de criança, que a cada dia trabalha para partilhar com todos os corações a concretização de sonhos com sabor a algodão doce de morango, distribuindo com amor abraços envolventes, enérgicos e reconfortantes, abrindo o seu espírito gigante e belo, envolvendo e inspirando tantos outros, plantando sementes de paz no meio da neve, do frio e da tempestade, para que seja possível traçar rotas longínquas que possam incluir e chegar a todos as pessoas de todas as idades, de todos os credos, de todas as nações, de toda a vida, de todos os Mundos, e assim continuarmos a acreditar na magia de cada pensamento e de cada gesto.

Este ano decorei a minha árvore de Natal com os nomes de quem, ao longo destes anos, tem partilhado comigo o desafio de ser Feliz!

Muito Obrigada pelos momentos partilhados este ano!!




English version

To the smiling and wise Santa of white fluffy beard, with child's smile, that each day believes in sharing strawberry cotton candy dreams with all hearts, distributing with love, involving, energetic and invigorating hugs, opening its giant and beautiful spirit, inviting and inspiring all the others, planting seeds of peace in the middle of snow, cold and storms, for long paths can be reaching all human beings of all ages, all faiths, all nations, all life, all worlds, so that Mankind can continue to believe in the magic of each human thought and gesture.

This year my Christmas Tree is decorated with all the names of who has been sharing its way with mine and helping me to built happier lifes.

Thank you so much for the shared moments this year.



Saturday, December 13, 2008

LETTERE A UN GIOVANE POETA

"Lei è cosi giovane, cosi nuovo a ogni inizio, e io vorrei pregarla come posso, caro signore di essere paziente verso tutto l'insoluto nel suo cuore, e di tentare di amare le domande stesse come stanze chiuse, e come libbri scritti in una lengua molto estranea. Non richerchi ora le risposte, che non possono esserle date perchè non le potrebbe vivere. Mentre si tratta appunto di vivere tutto. Ora viva le domande."

Rainer Rilke


LETTER TO A YOUNG POET

"You are so young, so new in every beggining, and I want to ask you as I can, dear sir be patient about all that is not solved in your heart, and try to love the questions as closed rooms and books written in a very strange language. Don't search for the answers, that cannot be given because you couldn't live it. While this is all just to live. Now, live the questions."

Saturday, November 08, 2008

O ILUSIONISTA

Ho voglia di scrivere di nuovo in italiano, come si potessi avere una lingua piú giusta per esprimere i pensieri, i sentimenti.

Le parole vengono dell'anima, da un modo particolare di existere.

C'é un sonido speciale, facendo ricordare momenti di un passato lontano, lontano, da otri vita.

Peró la lingua, quando la sento come mia, suona familiare.

Succede una prosimità magica, sembrando un sogno svegliato...

Soltanto leggo, comunque scopro un legame piú profondo.

Dico le frase e suonano i miei radici.

Rimango qui. Perchè ho trovato la felicitá dentro di me.

Essere è permanere nella nostra natura.

Io amo. Sempre.

Thursday, September 18, 2008

CLOSER

(english version bellow)

Crescer é conseguir avançar quando todos os obstáculos se atravessam no nosso caminho.


Primeiro o meu espírito, depois o meu corpo pediram para parar

em busca de me encontrar

e ao perguntar o que realmente queria para mim

percebo que já estou lá

não é o quê, mas é o como

o modo, a forma


O eremita desce finalmente da montanha e contempla a vida tal como ela é.


As perdas dos que nos são próximos fazem-nos apurar a perspectiva do sentido da vida.

Quero começar de novo e construir com tudo o que tenho.


Por momentos as palavras parecem já gastas

Leio nas entrelinhas e consigo ir mais fundo.

Novas coisas para aprender:

A minha relação material com as coisas, mesmo com aquelas que não são importantes para mim.

A aceitação dos sistemas como são. O equilíbrio das cedências.

O dizer a minha opinião.Colocar as minhas questões.

Aceitar os meus medos. Usar a minha sensibilidade.

Alinhar aquilo que defendo com os gestos que faço.

O conhecimento constante que corre em torrente e não pára, jamais parará.

Fluir entre informação, juntar as pontas, fazer com que tudo faça sentido.

EM busca da consolidação da minha estrutura, continuo a acreditar na simplicidade das coisas. E cada vez tenho mais certeza que é suficiente partilhá-las com quem assim quiser para que possa sentir-me mais perto de mim!


ENGLISH VERSION

CLOSER

To grow up is to be able to proceed with all obstacles on your way.

First my mind, then my body asked me to stop.

In search for myself

And finally asking what I really wanted for me

I understood I’m already where I want to be

It’s not about what to do, it’s about how to do it

The eremite finally walks down the mountain and contemplates life just as it is.


Losses of beloved ones make us improve our perspective on the meaning of life.

I want to begin again and built with everything I have.


For moments, words seem to be over used

I read in between lines and reach deeper understanding.

New things to learn:

My material relation with things, even with what is not important to me.

The acceptance of systems as they are. The balance of handovers.

Voicing my opinion and post questions.

To accept my fears. To use my sensitiveness!

To align what I defend with my present gestures.

The constant Knowledge that flows like a river, never ends, never will.

To flow in between information, sum the corners, so that all makes sense.

Pursuing consolidation of myself, I still believe in simplicity of things. And more over I know that it’s enough sharing with the ones who are willing to do so, to feel closer to myself.

Peace!

Monday, May 26, 2008

LOVE FEAST


PORTUGUÊS

(english version above)

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.

Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”

Fernando Pessoa


Sempre pensei que só mais tarde iria conseguir perceber o significado de determinados gestos. Sempre pensei que só mais tarde saberia apreciar mais profundamente o dom da vida e ter mais claro o seu propósito.

Só mais tarde iria conseguir estar preparada para tomar determinadas decisões, para saber optar de modo consciente e profundo.

Só mais tarde, depois de saber quem sou, poderia construir algo com alguém.

Nunca consegui seguir a corrente e os passos naturais em que se confunde o conformismo com a existência de sentimentos, em que se confunde o tempo passado com a qualidade ou profundidade das relações, em que se confunde as opções do sistema com as nossas vontades.

Nunca acreditei na competição. Na discussão. No poder. Na hierarquia.

Sempre acreditei fazer algo que fosse transparente, em que eu conhecesse os principios, os meios e os fins.

Sempre acreditei no valor dos gestos simples, positivos. Na abertura de espirito e na criatividade como factores de inspiração para construir a partir do zero.

Sempre acreditei no valor dos valores e acima de tudo valorizei os processos.

Sempre acreditei na cooperação. Sempre a procurei.

Mas o mais tarde chegou agora e se encontrei a paz dentro de mim, continuo a procurá-la nos outros, na comunidade. Continuo sem perceber muito bem o que ela significa para os outros, e como é possível que com tanto conhecimento tecnológico, cientifico, continue a falhar a importância que as pessoas dão umas às outras, a forma como se tratam, a facilidade com que julgam o outro, o ritmo que impede que a comunicação flua e que as situações complexas possa ser compreendidas, o ruído que abafa os pensamentos, as atitudes e os gestos e distancia o Homem da Natureza, dos outros e acima de tudo de si próprio.

Mas aprofundar essa relação consigo próprio, não significa tornar-se individualista, nem dar voz ao seu próprio ego, ou viver para consumir bens e emoções. Ou para do alto da sua sabedoria continuar a julgar e a classificar o mundo, e esquecer o significado das coisas simples.

Significa saber ouvir á nossa voz interior e termos a coragem de seguirmos os caminhos que ansiamos, as pessoas que admiramos, e fazer o melhor que podemos a cada momento e quando não podemos, crescer, seguir em frente, porque o erro, a imperfeição, a diferença fazem parte.

E quanto mais dificil o cenário se torna, mais nos regozijamos com as pequenas sortes no meio das tempestades. Melhor apreciamos os pequenos e os grandes gestos de preocupação, de apoio, de carinho e de sinceridade,,mais precisamos de nos agarrar aos nossos valores: a coragem, a determinação, a rectidão, o respeito, a honestidade, a humildade, o riso, a sensibilidade, a paz.

Eu que sou ninguém, uma formiguinha no universo imenso atravessando um periodos mais dificeis da minha vida,continuo a acreditar que há sempre um caminho para cada um de nós, onde todos somos gurus, todos somos importantes não só para quem nos é ou está próximo fisica ou emocionalmente, porque a vida é feliz, desde que aprendamos a construir com as pedras do caminho, a construir com o que o contexto nos oferece, mas sobretudo ouvindo o nosso coração, sabendo qual é a nossa verdadeira natureza, ter no amor a confiança, a inspiração, buscando em nós próprios o nosso porto de abrigo.

E sentir-me bem comigo própria permitiu que o mais tarde chegasse!

Porque um dia percebi que tinha de percorrer o caminho sozinha para me conhecer, para perceber o quais eram os valores fundamentais e como gostaria de vivê-los e pô-los em prática.

Estico a passadeira vermelha para que todos desfilem. A vida é abundância mesmo quando não parece...

Os melhores dias ainda estão para vir!...Porque o primeiro passo é sempre meu! E os outros são o reflexo de mim própria.


ENGLISH VERSION

LOVE FEAST

“The value of things is not on its duration, but on the intensity of the happenings. That’s why there are unforgettable moments, unexplainable things and incomparable persons “.

Fernando Pessoa


I’ve always thought that only later on in the future I’d be able to understand the meaning of certain gestures.

I’ve always thought that only later on I’d learn how to truly appreciate the gift of life and to make clear its purpose.

Only later on I would be ready to take certain decisions with a deeper conscience.

Only later on, after knowing who I’m, I could build something with someone.

I was never able to follow the mainstream and the natural steps of the ones who get confused between conformism of feelings and being true to their hearts; of the ones who get confused between passed time and deep quality relations, of the ones who get confused among the choices of the system and their own will.

I’ve never believed in competition. In arguments. In power. In hierarchy.

I’ve always believed in working with transparency, in places where I’d know the principles, the means and the objectives.

I always believed in the significance of simple and positive gestures. In the openness of the spirit and in creativity as conditions for inspiration and tools that allow us to built always something from scratch.

I’ve always believed in the significance of values and validation of processes above all.

I’ve always believed in cooperation. I’ve always search for it

But later on has arrived now and if I was able to find some peace inside me, I still search for it in the others, in the community. I still don’t understand very well what peace means to the others, and how is it possible that after such technological and scientific knowledge, there’s still a lack of significance on the daily human gestures, on the importance of life and an easiness of judgment towards the other, the rhythm that doesn’t allow the flow of communication and the understanding of complex situations, the noise that hides the thoughts, the attitudes and the gestures and distances Mankind from Nature, from the others and above all from the self.

To deepen this relation with the “Self”, doesn’t mean to become individualist, neither to give voice to the Ego or to live for the consumption of Goods and Emotions. Or to continue judging and classifying the world forgetting the significance of simplicity.

It means to know how to listen to our inner voice so we can have the courage to follow our wished paths or people we admire, and to do the best we can at each moment and whenever we can’t to grow and pursuit, because error, imperfect and difference are part of the way.

As the paths become harder, the better we enjoy the small victories. The better we enjoy small and big gestures of concern, support, kindness and honesty. The more we make use of values like courage, resolution, responsibility, respect, honesty, humbleness, smile, sensitivity and peace.

I’m nobody, a small ant in the infinite universe going through one of the hardest moments of my life, and I still believe there’s always a path for each one of us, a role where everybody is a guru. We are all important to each other and not only for the ones who we are close to physically or emotionally, because life is HAPPY, if we learn how to built it with the stones we get on the way, to built with what the context is offering, but above all by listening to our heart, knowing our true nature, having in love our trust and inspiration, finding the shelter in ourselves.

And now feeling good with myself has allowed the arrival of later.

Because one day, I knew that I had to go on my own so I could better know myself, to understand my fundamental values and how to put them in practice and live in accordance.

I put on the red carpet so everybody can walk in. Life is abundance even when it doesn’t seem like it....

The better days are yet to come! Because the first step is always mine! And the others are always the reflection of me!

Wednesday, April 09, 2008

STAND BY ME

Crónica da 6ª Festa do Jazz no São Luiz, 5 e 6 de Abril.

Homens em palcos e seus instrumentos contrabaixos, pianos, guitarras, baterias, saxofones, trombones, pautas, atitudes, disposições, aparências simples.
48 horas de inspiração, de verdadeira musicoterapia para um verdadeiro amante de jazz.

Jazz é como ouvir as nossas vozes interiores, todas a falarem ao mesmo tempo num processo libertatário.
No jazz há tempo para ouvir cada interveniente a seu tempo, uma voz de cada vez, enquanto as outras param para ouvi-la. Dão-lhe espaço. Depois de falar sozinha, as outras vozes juntam-se cada uma a seu tempo, todas em simultâneo, naquele exacto momento e rapidamente tudo continua... tudo flui.
Adoro o silêncio que existe entre cada voz.
A voz quando fala nunca diz a mesma coisa, ou até pode dizer a mesma coisa mas de maneira diferente. Às vezes nem importa se o que diz nao estava escrito assim, faz sentido e é sempre possível combiná-la com o que se fôr dizer a seguir. Balança-se entre momentos de estabilidade por breves instantes para voltar a desconcertar-se logo a seguir em direcção ao caos, à velocidade, ao fogo, à força da vida.
O instrumental deixa livre a história que quer contar. A mensagem imaginamo-la nós.

Sinto as vibrações do som, com os meus ouvidos, mas também com as minhas mãos, com o meu coração e as minhas memórias. A música traz-me memórias, excelentes memórias passadas.
Descubro o talento de alguém que visivelmente dedicou muita atenção, muitas horas de trabalho a uma vocação que sabe claramente qual é. Essa é uma das melhores sensações, esse alinhamento com um talento orientador. Sincronizo com esse sentimento. Reconheço-o.

Boa onda, muitas caras conhecidas, muito à vontade.

O som é masculino. É sensual.Influenciado pela intensidade do toque, chegando a momentos de suavidade e leveza sustentados por harmonias que nos transportam a momentos paradisiacos.
Piscar de olhos, gente bonita e a paixão comum pelo estilo musical mais complexo e difícil de executar com qualidade. O vôo vertiginoso da liberdade do improviso, só possível depois de muito conhecimento, prática, cumplicidade e disciplina.

Gritei bravos ao Quarteto Júlio Resende na pequena sala do Teatro Mário Viegas.
Senti vontade de escrever palavras para descrever a emoção que o som me provocava. O som do piano do Mário Laginha que foi sendo desenhado por António Jorge Gonçalves. E eu fui imaginando as palavras mudas, a expressão entre silêncios...
Fui cativada pelo humor, entrega e sobriedade de Crosscurrents e Luis Lopes Humanization Quartet.
Arrepiei a pele com o Carlos Bica Ensemble.
Vibrei na festa final como se fizesse parte desta família.

Estou a ouvir o Bica & Azul e a arrepiar-me de novo.
O jazz é mesmo Hot.
Parabéns ao jazz em Português! Temos uma excelente geração de novos talentos.

Que a vossa mágia nos continue a inspirar!!!

Obrigada!!!


Para os mais dístraídos deêm uma vista de olhos em www.andrefernandes.com. e deliciem-se!!